Já há algum tempo a Classe C se tornou a queridinha dos economistas, dos analistas e, claro, dos empresários. Pela sua força no gigantesco empurrão que ela dá na economia, pelos assombrosos números que definem o quanto seu consumo representa, a Classe C é a bola da vez. Mas existe uma outra Classe C que tem performance semelhante e até hoje luta para virar a bola da vez pelo menos no charmoso e, principalmente, caro, mundo do marketing e da comunicação. Trata-se das quase 15 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras, heroínas que, por falta de condições financeiras, não conseguem realizar um dos seus maiores sonhos de consumo: ter uma boa agência de propaganda para chamar de sua. Importa dizer aqui que a boa comunicação é mesmo cara, que o esforço one-to-one de conhecimento e aprofundamento na complexidade mercadológica do anunciante requer muitas disciplinas e muitos experts.

[Continue lendo...]